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Dicas
LOJAS E COMPRAS
Na Inglaterra a maioria dos produtos é taxada em 17,5%  [VAT]
Atualmente na maioria das lojas o preço nas etiquetas já inclue o VAT. No entanto em algumas lojas aparece a informação  “PLUS VAT” ao lado do preço, isso quer dizer que no caixa será acrescentado o valor de 17,5% sobre o preço da mercadoria.
Ao fazer compras lembre-se que voce pode pedir reembolso do VAT ao deixar a europa. Para isso é preciso guardar  todas as notas e preencher uma guia no aeroporto antes de embarcar. Normalmente as lojas também fornecem este guia.

RUAS DE COMPRAS
Oxford St  onde  estão as grandes lojas de departamento [Mark & Spencers,  BHS, Debenhams, Selfridges,  etc. A maioria das lojas funciona entre 10am e 08pm segunda a sextas e até 6pm aos sabados. Metro: Marble Arch, Bond St, Oxford Circus e Tottenham Court Rd.
Regent St , onde estão as famosas lojas “Pringle” de caxemir ingles e Liberty’s. Metro: Oxford Circus e Picadilly Circus. [Essa é considerada por muitos a rua mais bonita de Londres]
New Bond St, onde estão as lojas de “griffe” famosas. Metro: Bond St
Picadilly, onde estão as lojas Fortnum & Mason e Simpson (moda masculina] Metro  Green Park e Picadilly Circus.
Sloane St, onde estão Harvey Nichols [talvez a loja mais cara de Londres], Gucci e outras. Metro: Knightsbridge e Sloane Sq Station.
Brompton Rd, onde está a Harrod’s, loja mais famosa do mundo, onde se vende de tudo. Metro Knightsbridge.
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Reino Unido aperta o cerco à imigração

Consulado lança campanha informativa

Catharina Epprecht

[15/ABR/2004]

O Serviço de Imigração britânico está prestando mais atenção às viagens de brasileiros ao Reino Unido. Nos últimos dois anos, a tentativa de entrada de potenciais imigrantes ilegais do Brasil àquele país cresceu a níveis bem altos, segundo as autoridades. Por isso, o Consulado Britânico lançou ontem uma campanha publicitária de informação para brasileiros com destino à região.

- Os turistas e estudantes brasileiros são bem-vindos. Mas com a campanha queremos informá-los sobre as regras - disse o cônsul geral britânico Paul Yaghmourian.

Ainda não há números oficiais sobre 2003, mas neste ano o Brasil - até então ausente das listas - esteve entre os seis países que mais tiveram cidadãos ''devolvidos'' ao tentar entrar no Reino Unido. Em 2002, cerca de 2.400 brasileiros mal chegaram em território britânico e foram enviados de volta. No ano anterior, esse número era de 1.500.

O taxa de brasileiros presos trabalhando ilegalmente é menor, mas também tem crescido.

O especialista em imigração do Ministério do Interior britânico Graham Leese veio ao Brasil para trabalhar junto ao governo na empreitada contra a imigração ilegal. Ele disse que ainda tem muito a aprender sobre o país e sua imigração.

- Mas sabemos que a maioria dos imigrantes ilegais tem de 20 a 30 anos, são de Minas Gerais, de Londrina e de Goiás - explicou.

Leese mostrou-se preocupado com redes empenhadas a levar imigrantes ao país e agenciadores de trabalho ilegal, mas garantiu que não há redes de prostituição envolvidas no problema entre os dois países.

O combate a imigração ilegal, no entanto, pode gerar infortúnios. No ano passado, seis brasileiros que assistiriam a um festival em homenagem aos Beatles foram interceptados pela Imigração do aeroporto, que lhes fez perguntas sobre o grupo de Liverpool e suas músicas. Por não saberem respondê-las foram considerados imigrantes ilegais em potencial e enviados de volta ao Brasil.

A fim de evitar esse tipo de situação, a campanha propõe que o turista visite o país resguardado. ''Caso o funcionário de Imigração não se convença de que você é um estudante ou turista legítimos, terá sua entrada no país recusada'', informa um dos panfletos distribuídos em agências de viagem, cursos e aeroportos.

Sobre os critérios da Imigração e sobre o caso específico do grupo recusado no ano passado, Grahan Leese expôs:

- Não quero comentar fatos isolados. Mas esse foi um caso típico da credibilidade sendo testada. Houve pessoas que viajavam para a Inglaterra no verão e diziam que estavam indo para ver a neve.

Passagem de volta, dinheiro para hospedagem e matrícula em um curso podem não ser suficientes, explicou.

- É preciso comprovar que você vai voltar a seu país, mostrando, por exemplo, que tem família e emprego aqui - disse.

 

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